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Era um peixe sem água, era um barco a vagar numa triste viagem, sem ter quem esperar.
Regressar... regressar...

A última composição do músico Robson da Silva Junior, o "Robinho", o "Binho", tem certo ar de desalento. Não à toa. Passou os últimos tempos lutando contra um câncer. Jamais perdeu o gosto pela vida. Jovem, 28 anos, tinha como marcas a alegria e a mineirice inconfundível de um cidadão de Formiga.

Começou cedo, cantando em missas e encontros de jovens. Com 15 anos se firma como vocalista e vai aos poucos inserindo composições suas, cheias de vida, ternura, humanidade. Profissionalizou-se, chamou atenção de cantores da música católica, como Ziza Fernandes, Walmir Alencar, Adriana e Padre Joãozinho. Gravou participações e emplacou composições em CDs de Padre Fábio de Melo, outro grande amigo.

Em 2003, foi convidado a integrar o Grupo Cantores de Deus. "Foram apenas quatro anos, porém intensos", lembra a cantora Dalva Tenório, amiga, confidente. "Principal característica? Difícil. Eram tantas, mas destaco a generosidade - ou será a simplicidade?" Desprendido, tudo o que conquistava não era para si. Quando soube da doença, realizou um sonho antigo: comprou um teclado última geração. E o deixou no estúdio onde gravava, em Formiga. 'O Alex (Arouca) precisa mais', decidiu.

Era um momento em que tudo parecia dar certo e, de repente, veio a doença. Disse: "Não sei o que Deus quer de mim, mas vou procurar fazer o que ele quer, fazer jus a tudo o que ele me deu, até a última respiração", concluiu, com fé. Perto do fim, alguém lhe perguntou se poderia resumir o que fizera de mais interessante na vida. "Levei minha mãe à praia", disse, como um típico mineiro, lembrando que o que mais queria naquele exato momento era sair para molhar os pés.

 

Texto: Joana Fátima Gonçalves
Paulinas-COMEP

  
  
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